Escondem-se por trás, do músculo, da expressão segura e de superioridade, do desejo e do sentido da capacidade de conseguirem o que querem sempre. Aliam-se ao movimento de agir de forma infantil e esperam que no fim nos impressionem.
Imaginam uma confissão desesperada e uma queda perante os seus pés, de todas as mulheres que se aproximam deles mesmo que, sejam eles a esperar sempre pelo depois de amanhã e a cair, de joelhos bem assentes no chão e de boca aberta, cheia de baba quando uma, duas, mulheres com uma agradável estrutura passa por eles! Afinal, a cobardia, a vergonha e a arrogância não cresce sempre nos mesmos, mas em certos aspectos físicos pega-se.